sábado, 16 de julho de 2016

@AulasCoachMax - Treinamento Vocal - Consciência Muscular - Oitavas


Musculatura intrínseca x Oitavas distintas (Canção: Tudo Posso - Ponte)


Oitava feminina:

Intenção de atividade predominante do CT para tensão e estiramento de pregas vocais no registro de cabeça, favorecendo a diminuição de soprosidade e o aumento de pressão subglótica.


Oitava masculina:

Intenção de atividade predominante do CAL e A, para adução precisa da glote posterior, favorecendo a diminuição de pressão subglótica e frequência fundamental, que estaria aumentada com a atividade do CT e com maior pressão subglótica. Nesse caso foi visado diminuir a loudness sem ceder na coaptação glótica caracterizando o modo de voz fluida.


Maxwell Silva
Pesquisador e Coach Vocal


@AulasCoachMax - Aluna Aline - Propriocepção, Afinação e Intensidade

Para contribuir com a propriocepção do iniciante ao canto, é preciso instruí-lo a encontrar a configuração mais favorecedora do trato vocal, a fim de adquirir resultados na afinação com aproveitamento sonoro na emissão vocal. Isso em nível psicoemocional dará suporte para que o mesmo tenha concepção do seu próprio rendimento, considerando o tempo de condicionamento e a reeducação vocal alcançada.

Maxwell Silva
Pesquisador e Coach Vocal

@AulasCoachMax - Aluno Rhafael - Ressonância


A qualidade vocal não depende exclusivamente da fonação (vibração das pregas vocais) e sim de todo o trato vocal, teoria fonte e filtro, Fant (1960). Ao filtro podemos chamar também de fonte friccional, Behlau e Russo, 1999. A fricção é caracterizada pela aproximação das estruturas musculares do trato vocal o deixando mais estreito, isso resultará em agrupamentos de harmônicos constituindo os formantes. 

Cada pessoa demonstra um tipo de ressonância vocal, primeiro pela divergência anatômica, e seguinte, fisiologicamente, por causa do foco sonoro utilizado constantemente, e no momento de emissão cantada as estruturas se comportam de forma diferente da voz falada, mostrando na maioria das vezes que a frequência fundamental não é apresentada da mesma forma, com o mesmo “colorido” usado na fala.

Além do condicionamento muscular, a partir da referencia psicoacústica, foi visado mudar o foco de ressonância de Rhafael Cunha com objetivo de contribuir para imagem pessoal positiva do aluno/cliente. Isso valorizará um equilibro psicológico para emissão cantada sem hipercinesias e contrações involuntárias que desequilibram a emissão vocal. 


Maxwell Silva

Pesquisador e Coach Vocal



@AulasCoachMax - Aluno João Ewerton - Apoio e Resistência Glótica


“Diante de fortíssimos e agudíssimos há maior necessidade de pressão sub-glótica, controlada por aumento do fluxo aéreo e da adução glótica; por outro lado, graves e pianíssimos têm necessidades opostas” (PINHO, 1999).

“Para uma fonação normal, é essencial que as forças aerodinâmicas estejam equilibradas com as forças mioelásticas da laringe, de modo que o resultado não seja uma fonação demasiadamente soprosa ou excessivamente tensa.” (OLIVEIRA, 2000, p.12)

“A fase expiratória é totalmente efetuada pela elasticidade das forças inerentes ou passivas.” (OLIVEIRA, 2000, p. 19)

“Segundo Quinteiro, 1989, no Brasil, as técnicas respiratórias mais usadas estimulam o uso da barriga, ou melhor, treina-se o aluno para que projete o ventre para a frente, como melhor técnica de respiração e apoio. A procedência de tal prática é muito antiga no Brasil. Vamos encontrar uma das ligações com essa prática na história do canto e da grande influência que o bel canto exerceu em nosso país. As práticas da escola italiana de canto foram muito apreciadas entre nós, encontrando múltiplos seguidores, que se mantêm ativos até os dias atuais. Depois do bel canto, outras escolas ocorreram, mas sem grandes representantes. Percebemos hoje, dentro do canto, a busca das práticas alemãs, em que o ventre é usado como apoio, para dentro (barriguinha de praia) mas não como fole.” (OLIVEIRA, 2000, p. 21)

Referência: 
OLIVEIRA, Mayra Carvalho. Diversas Técnicas De Respiração Para O Canto, Salvador; CEFAC, 2000


sexta-feira, 15 de julho de 2016

@AulasCoachMax - Trio G.O. Rios de Água Viva - Canção: Pão e Vinho

Quero externar minha satisfação em ver a evolução desses diamantes que tenho lapidado. É motivador ter essa devolutiva de meu trabalho, e perceber o quanto vale a pena lutar constantemente para fornecer algo de qualidade, sistematizado e com embasamento científico, sempre. Contribuindo para a consciência fiel sobre o que se precisa trabalhar, sem meios termos, e constatar que é possível trabalhar as habilidades do canto a partir de um condicionamento preciso de nosso instrumento, a voz.

Considerações técnicas:

Lucas: Diminuição de constrição faríngea e hipercinesia muscular cervical.

Mariana: Precisão na habilidade pneumofonoarticulatória, aperfeiçoamento de extensão melódica a partir do aproveitamento de ressonância e estabilidade laríngea.


Karol: Diminuição de hipernasalidade, melhor resposta de afinação a partir do trabalho sistematizado de percepção auditiva associado com propriocepção muscular.


Maxwell Silva

Pesquisador e Coach Vocal



@AulasCoachMax - Alunas do Grupo de Oração Rios de Água Viva - RCC

O que é conhecido popularmente como timbre vocal, é um conjunto de características que definem cada qualidade vocal. Isso tem relação com o formato facial, o diâmetro do trato vocal (cavidade nasal, cavidade oral, supraglote e faringe), e a disposição de rigidez do tecido mole. Quando nos referimos á atividade do canto, consideramos essencialmente a posição laríngea, o nível de constrição das paredes faríngeas, o fechamento velofaringeano e a translação mandibular (Não enfatizando nessa fase de emissão). Ou seja, a voz falada adequadamente aceitável precisa ser enfatizada na emissão cantada, a partir de um treinamento sistematizado, e ajustes específicos para colocações vocais específicas.

Considerações técnicas:

Karol: Diminuição de hipernasalidade, melhor resposta de afinação a partir do trabalho sistematizado de percepção auditiva associado com propriocepção muscular.

Mariana: Precisão na habilidade pneumofonoarticulatória, aperfeiçoamento de extensão melódica a partir do aproveitamento de ressonância e estabilidade laríngea.


Luciana: Melhor coaptação glótica e eficiência expiratória com aumento de intensidade e diminuição de desconforto vocal causado pela hipercinesia da musculatura cervical.


Maxwell Silva

Pesquisador e Coach Vocal


@AulasCoachMax - Aluna Mariana - Diminuição de Constrição Faríngea

As Influências dos mecanismos supralaríngeos, laríngeos e infralaríngeos na sonoridade e no ganho de intensidade vocal, estabelecem a emissão vocal como consequência basicamente da transformação das forças aerodinâmicas em acústicas. Isso significa que o nível de pressão expiratória, juntamente com o nível de resistência de fechamento de pregas vocais (glótico), influencia diretamente no aproveitamento sonoro.

Um dos destaques na orientação vocal para a aluna Marina é a busca pela diminuição de constrição faríngea. Para isso, é preciso se trabalhar uma reeducação muscular com o apoio suporte.

- Prática envolvida:

- Aumento de pressão subglótica a partir da fonte friccional semiocluida, proporcionando coaptação glótica, e a princípio isométrico, malhação dos músculos tensores.

- Equilíbrio de Loudness para alargamento de trato vocal a partir da diminuição de constrição nas paredes faríngeas proporcionando aproveitamento de harmônicos, propriocepção sonora e equilíbrio de emissão em registro modal.


- Consciência melódica com estabilidade laríngea ativando contração muscular da musculatura da cinta abdominal, para não constringir a faringe com hipercinesia muscular nas ascendências melódicas.

Maxwell Silva

Pesquisador e Coach Vocal